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UFRJ realiza I Encontro de Gestão de Pessoas com foco em inclusão, diversidade e ambientes de trabalho saudáveis

A Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4) da ý (UFRJ) realizou na terça-feira, 23/9, o I Encontro de Gestão de Pessoas ý com o tema “Gestão estratégica de pessoal voltada para o usuário”. O evento aconteceu no Teatro Nelson Rodrigues, na Caixa Cultural Rio de Janeiro, no Centro da cidade. A iniciativa teve como objetivo promover a integração entre gestores e trabalhadores da área de gestão pessoal da Universidade, fortalecendo a cultura organizacional, o engajamento e a qualidade do ambiente de trabalho.

“Considero a gestão de pessoas no serviço público um dos pilares do desenvolvimento social e econômico do Brasil, essencial para o desenvolvimento da nossa nação. O trabalho no setor técnico-administrativo em educação é, na prática, invisibilizado. Muitas vezes, quando se fala da universidade, se fala do docente. Mas o docente, sem o técnico administrativo em educação, não faria o que faz. Então é essa integração de todos os servidores que faz com que nós sejamos essa potência institucional que somos”, afirmou o reitor ý, Roberto Medronho, na abertura do encontro.

Durante o evento, foram realizadas duas palestras, além de falas de representantes da Caixa Econômica Federal e da Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). Os participantes também puderam acompanhar o documentário Caminhos: histórias do serviço público, dirigido por Daniel dos Anjos, além de uma apresentação da soprano Carolina Morel, e do pianista Daniel Sacramento, da Escola de Música ý.

Evento aconteceu no Teatro Nelson Rodrigues, na Caixa Cultural Rio de Janeiro | Foto: Moisés Pimentel (SGCOM)

“Buscamos discutir questões que atravessam a nossa vida profissional e saem do nosso cotidiano, mas que interferem diretamente na nossa qualidade de vida também. Por isso elegemos um tema tão sensível. Temos que entender as relações de trabalho como uma questão, e compreender que devemos discutir sobre como construir um ambiente de trabalho agradável e saudável”, disse Neuza Luzia Pinto, pró-reitora de Pessoal da Universidade.

UFRJ antirracista, diversa e não opressora

Como a gestão de pessoas pode contribuir para uma UFRJ antirracista, diversa e não opressora? Este questionamento foi respondido pela superintendente-geral da Sgaada (Superintendência de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade ý), Denise Francisco Góes, durante uma das palestras do encontro. Ela estava acompanhada por diretores de diferentes setores da superintendência, como Rita Gomes, da Diretoria de Acessibilidade (Dirac); Márcio Neves, da Diretoria de Gênero e Pertencimento (Digepe); Renato Albuquerque, da Diretoria de Admissão (Dirad); e Sandra Batista, da Diretoria de Relações Étnico-raciais (Direr).

“O nosso papel é propor uma gestão de pessoas que atenda aos interesses coletivos. Precisamos coletivizar o pensamento para construirmos ações que possam atender a toda a Universidade, um espaço onde todos sejam vistos, ouvidos, reconhecidos, representados e respeitados. É necessário que os gestores se formem em temáticas contemporâneas, em questões de raça, gênero, religiosidade, sensibilidade e  diversidade”, ressaltou Denise.

Encontro contou com a participação de representantes da Sgaada | Foto: Moisés Pimentel (SGCOM)

Na palestra, os diretores dos setores da Sgaada destacaram a centralidade da inclusão e da equidade como princípios da gestão de pessoas na UFRJ. Enfatizaram os desafios da acessibilidade na instituição, o combate ao racismo, a importância de ações afirmativas e do letramento antirracista. Também apontaram desigualdades estruturais que atravessam a Universidade e defenderam a formação contínua e uma gestão de pessoas sensível à diversidade como caminho para uma instituição mais democrática e transformadora.

Ambientes de trabalho saudáveis

A integração entre os servidores e a busca por promover espaços de trabalho mais saudáveis de trabalho na UFRJ pautaram a segunda palestra, “Ambientes de trabalho saudáveis: desafios para a construção”, composta por Alessandra Sarkis de Melo, diretora da Divisão de Movimentação e Alocação (DVMA); Catiuscia Munsberg Carneiro, psicóloga da Seção de Atenção Psicossocial da Coordenação de Políticas de Saúde do Trabalhador (CPST); e Natalia Limongi, diretora da Divisão de Acompanhamento das Relações de Trabalho (Dart). 

Elas destacaram os impactos das movimentações e remoções na vida funcional e pessoal dos servidores e a necessidade de ampliar o cuidado com a saúde mental por meio da escuta ativa e de ações de acolhimento. Compartilharam ainda ações de enfrentamento a situações de assédio, violência e discriminação no ambiente de trabalho, além de reforçarem que a construção de um ambiente saudável passa pela valorização da diversidade, criação de canais de apoio efetivos e pelo compromisso institucional em promover relações de trabalho baseadas no respeito, na ética e na inclusão.

“É imprescindível que a gente tenha um ambiente de trabalho saudável, seguro, amistoso e livre de qualquer violência.  As manifestações da violência, como assédio moral e outras violências nas relações interpessoais  provocam impactos prejudiciais aos trabalhadores, como burnout, adoecimento físico e dores no corpo. Trazem impactos físicos e mentais para todos os trabalhadores. É importante que a administração das instituições se engajem nesse propósito, mas isso é responsabilidade de todo mundo que faz parte desse ambiente laborativo”, disse Natalia Limongi.

Palestra “Ambientes de trabalho saudáveis: desafios para a construção” | Foto: Moisés Pimentel (SGCOM)

O evento contribui para o desenvolvimento de uma administração ética e comprometida com o bem-estar, a inclusão e a saúde mental dos servidores, segundo a vice-reitora ý, Cássia Turci: “A UFRJ é uma universidade com 105 anos de existência, que preza pela qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão. E para mim uma das coisas mais importantes é uma administração de qualidade. Em uma instituição que conta com 9 hospitais, 175 cursos de graduação, 136 programas de pós-graduação, mais de 2.200 ações de extensão, é normal que haja problemas. Mas tenho certeza de que com a dedicação de todos nós e com iniciativas como essa, vamos vencer essas barreiras”, afirmou Cássia.  

Eliana Barreto Bergter e Celuta Sales Alviano (in memoriam) recebem título de professoras eméritas ý

Uma cerimônia realizada na Sala Copacabana, no Gabinete da Reitoria da ý (UFRJ), no campus Cidade Universitária, marcou a entrega do título de professoras eméritas a Eliana Barreto Bergter e Celuta Sales Alviano (in memoriam). A honraria é atribuída aos docentes aposentados que, ao longo de sua carreira, prestaram serviços de excepcional relevância à Universidade.

A iniciativa de concessão do título partiu do Departamento de Microbiologia Geral do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes (IMPG) ý. Além do reitor ý, Roberto Medronho, e da vice-reitora, Cássia Turci, participaram da cerimônia representantes e ex-professores do IMPG, além de amigos e parentes das homenageadas. 

A professora Eliana Barreto Bergter tem 51 anos de dedicação acadêmica ao IMPG, onde construiu uma carreira marcada por relevantes contribuições científicas, formação de recursos humanos e liderança institucional. Graduada em Química Industrial pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), iniciou sua trajetória na UFRJ em 1970, obtendo os títulos de mestre e doutora em Microbiologia, além de realizar pós-doutorado no Canadá e especialização na Alemanha. Como docente, participou ativamente da graduação e da pós-graduação, coordenou disciplinas, contribuiu para a criação do bacharelado em Ciências Biológicas: Microbiologia e Imunologia e exerceu funções administrativas como chefe de Departamento e coordenadora de laboratório. Aposentada em 2022, mantém-se como professora colaboradora voluntária, reconhecida por sua dedicação e impacto na ciência.

Eliana Bergter recebe o título de professora emérita ý | Foto: Vitor Ramos (SGCOM/UFRJ)

Sua produção acadêmica é expressiva: 126 artigos publicados em periódicos internacionais, 10 capítulos de livro, uma patente e quase 4 mil citações, com índice H=35. Pesquisadora 1A do CNPq e Cientista do Nosso Estado da FAPERJ, realizou diversas investigações, com destaque para pesquisas sobre caracterização de moléculas de superfícies de protozoários patógenos, como o Trypanosoma cruzi, e diversos fungos. Além disso, contribuiu para a elucidação de importantes funções de glicoconjugados de fungos na interação com a célula hospedeira e para o inovador estudo sobre a caracterização e função de bioestimulantes para plantas. Sua carreira consolidou um legado científico e institucional que a projeta como referência nacional e internacional em Microbiologia.

Já a professora Celuta Sales Alviano, que faleceu no dia 16/1/2025, dedicou mais de 50 anos de trajetória acadêmica ao IMPG, onde ingressou como docente ainda durante o mestrado e alcançou a posição de professora titular em 1998. Graduada em Química Industrial pela UFS, concluiu mestrado e doutorado em Microbiologia na UFRJ, consolidando-se como pesquisadora pioneira no estudo de superfícies de microrganismos, especialmente fungos patogênicos. Sua carreira é marcada por contribuições científicas de destaque, com mais de 250 artigos publicados, três capítulos de livro, uma patente, índice H=58 e mais de 12 mil citações. Pesquisadora Produtividade Sênior do CNPq e ex-cientista do Nosso Estado da FAPERJ, formou dezenas de pessoas, incluindo 34 mestres, 27 doutores e 13 pós-doutores, além de inúmeros alunos de iniciação científica, muitos hoje professores em instituições de referência.

Daniela Alviano recebe o título oferecido a Celuta Alviano, que faleceu em janeiro de 2025 | Fotos: Acervo Daniela Alviano e Vitor Ramos (SGCOM/UFRJ) 

Além da excelência científica, Celuta desempenhou papéis de liderança e gestão dentro e fora ý. Atuou como chefe de Departamento por uma década, representou a instituição em comitês da Capes, CNPq, Finep e Faperj e participou ativamente da formulação e avaliação de políticas científicas e acadêmicas no Brasil. Reconhecida pela capacidade de articulação política, espírito agregador e postura ética, foi homenageada pela UFS, em 2007, como professora honoris causa.  

“Tem algumas cerimônias ý que nos marcam muito. Essa é ainda mais especial porque, como as duas homenageadas, a Universidade Federal de Sergipe foi a minha primeira instituição pública federal e aqui na UFRJ tanto a professora Eliana quanto a professora Celuta deixaram um legado. Temos que fazer pesquisa, ensino, extensão, muitas vezes trabalho administrativo, que é importante, mas não podemos perder o amor por dar aula. A nossa maior missão é formar os nossos estudantes como cidadãos para o mundo”, disse a vice-reitora, Cássia Turci, durante a cerimônia.

Daniela Alviano, filha de Celuta Alviano, que hoje é professora do IMPG, recebeu o título em nome da mãe e destacou que a homenagem reconhece o legado deixado por Celuta na UFRJ e principalmente no IMPG: “A Universidade é muito familiar para a gente. Minha mãe foi professora. Meu irmão é formado aqui. Eu sou formada aqui. Me sinto muito bem colocando a medalha, que sei que não é minha. Pertence a todo o legado que ela construiu”, ressaltou.

“A Universidade é feita pelos nossos alunos, servidores técnico-administrativos em educação e pelos nossos docentes. A gente aqui realmente é uma família no senso mais belo da palavra. Uma família pelo mérito, dedicação e pelo pelo suor dedicado a cada dia pela instituição”, afirmou o reitor, Roberto Medronho.

Cerimônia foi realizada na Sala Copacabana, no Gabinete da Reitoria | Foto: Vitor Ramos (SGCOM/UFRJ)

 “Acredito que uma das minhas maiores contribuições para a Universidade foi a formação de recursos humanos qualificados que continuaram realizando trabalhos importantes, tanto na área de pesquisa e ensino em outras universidades, como também em empresas no setor privado. É o que faço até hoje e farei enquanto estiver atuante”, disse a professora Eliana Bergter ao receber o título.

UFRJ inaugura Centro Brasil-Rússia para fortalecer relações acadêmicas e culturais

Uma cerimônia no Auditório Innopraktika, no Centro de Tecnologia (CT) da ý (UFRJ), na quarta-feira, 6/8, marcou a inauguração do Centro Brasil-Rússia. A iniciativa tem como objetivo realizar ações que busquem desenvolver o intercâmbio entre os países e ampliar as interações do ponto de vista científico, cultural e social.

Além do reitor ý, Roberto Medronho, participaram da cerimônia a vice-reitora, Cássia Turci; o decano do Centro de Tecnologia, Walter Issamu Suemitsu; a primeira diretora-geral adjunta da Innopraktika, Natalia Valerievna Popova; o cônsul da Rússia no Rio de Janeiro, Alexander Korolev; e o superintendente substituto de relações internacionais ý, Adolfo Tanzi. Na plateia, alunos, pesquisadores e pró-reitores acompanharam a inauguração.

Centro vai desenvolver ações para ampliar o intercâmbio entre Brasil e Rússia | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

“Precisamos ampliar as relações com o Brics. A UFRJ está empenhada, determinada a seguir a orientação do presidente Lula para que nós consigamos ter um mundo multilateral. As gerações com a Rússia são estratégicas. Eles têm universidades que praticam a ciência de ponta, e os nossos alunos e pesquisadores podem se beneficiar muito com esse intercâmbio”, disse Medronho.

Localizado no Centro de Tecnologia ý, o Centro Brasil-Rússia não se limitará a ações ligadas às áreas que têm estudos desenvolvidos no local e estará aberto também para a cultura, as artes e todas as áreas humanas. “Nós agora temos um pedacinho da Rússia dentro ý. Entendemos que será um espaço de trocas de cultura, língua,  arte e experiências entre os dois países”, afirmou Adolfo Tanzi.

As atividades do Centro também visam fortalecer as parcerias e iniciativas desenvolvidas pelas universidades do Brics nos últimos anos. Em junho deste ano, a UFRJ sediou o Fórum de Reitores das Universidades do Brics+. “Nós estamos trabalhando para fortalecer as nossas relações internacionais, principalmente aqui com este centro, com a Rússia. Também realizamos parcerias com os diversos países do Brics. Esse projeto amplia o relacionamento da Universidade com o Brics, mas principalmente com a Rússia”, destacou Cássia Turci.

Inauguração do Centro Brasil-Rússia, no Auditório Innopraktika, no CT ý | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

Para os russos, além da aproximação entre as universidades, a iniciativa possibilita um intercâmbio sociocultural entre os dois países, ampliando o que já é realizado por meio do Brics. “Os estudantes que têm interesse pela cultura e pela história da Rússia vão encontrar bastante coisa interessante aqui e serão assíduos frequentadores do local. Sinto que nossas culturas são próximas e será fácil compreendermos uns aos outros”, afirmou Natalia Valerievna Popova.

O Centro Brasil-Rússia está localizado no Auditório Innopraktika, no segundo andar do bloco B do CT ý. O acesso se dá pelo corredor entre os Blocos A e C.

Integrantes da reitoria visitam o Colégio de Aplicação ý

O Colégio de Aplicação (CAp) da ý (UFRJ), na Lagoa, recebeu na quarta-feira, 30/7, a visita de integrantes da reitoria da instituição. O objetivo foi observar e discutir a situação do colégio, e buscar soluções para as demandas mais urgentes junto aos alunos, pais e professores. Além do reitor ý, Roberto Medronho, também participaram do encontro a vice-reitora, Cássia Turci, pró-reitores e representantes do Escritório Técnico da Universidade (ETU).

A visita começou com um tour pelas instalações do CAp. A comitiva percorreu as obras de reconstrução da parte do muro da escola, que desabou no fim de junho deste ano. Em seguida, visitaram os espaços destinados à recreação e as salas de aula e dos professores. As principais reivindicações feitas por docentes e pais de alunos referem-se à infraestrutura precária do prédio, como a falta de espaço adequado para a ýção Infantil, ausência de refeitório, rachaduras no chão e nas paredes das salas, infiltrações e rede elétrica obsoleta. 

Comitiva realizou um tour pelas instalações do CAp | Foto: Divulgação (SGCOM/UFRJ)

Em sua fala, Medronho fez uma apresentação mostrando as dificuldades da Universidade que, ao longo dos últimos 12 anos, teve seu orçamento cortado pela metade. Ele ressaltou o esforço feito pela reitoria e órgãos diretivos da instituição para que as demandas do CAp possam ser atendidas. “Lutaremos com todo o esforço para que tenhamos aqui um espaço mais digno de trabalho, de pesquisa, de ensino, de extensão para todo o corpo social”, disse o reitor. 

Uma das iniciativas é a transferência do segmento de ýção Infantil para o campus da Ilha do Fundão. A licitação para contratação da empresa que realizará a obra do novo espaço já foi finalizada, e a expectativa é de que o projeto seja apresentado em sete meses. “Estamos procurando outros espaços; estamos muito empenhados nisso”, afirmou a vice-reitora. 

No encontro, a diretora geral do CAp, Cassandra Pontes, e a vice-diretora, Marina Campos, apresentaram dados sobre o funcionamento do colégio, que foi criado há 77 anos. Atualmente há 32 turmas, da ýção Infantil ao Ensino Médio. Das 818 vagas disponíveis em 2025, 661 estão ocupadas. O colégio conta com 55 estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento (autistas), e com altas habilidades (superdotação). Há 59 servidores técnico-administrativos e 93 docentes docentes efetivos atuando no local.

“A partir de muito da escuta e do levantamento que fizemos em plenária, mostramos desafios estruturais, operacionais e de assistência que o colégio enfrenta atualmente. Um deles é a ausência de sede própria que compromete todas as possibilidades que a gente tem de ampliação desse espaço”, afirmou Marina Campos. Desde 1962, o colégio funciona na rua J.J. Seabra, na Lagoa, em prédio cedido pela Prefeitura do Rio de Janeiro.

Participantes do encontro visitaram as salas de aula e dos professores | Foto: Divulgação (SGCOM/UFRJ)

Após o tour pelas instalações do CAp, André Uzêda e Renata Flores, que representaram o coletivo docente do colégio, fizeram um histórico dos problemas estruturais da escola. Eles observaram ainda que enfrentam dificuldades para realizar atividades comuns, agravadas pela falta de internet, espaço físico e de maquinário para fazer cópias. 

Grupos de representantes dos pais de alunos também se manifestaram. Além de questões referentes à alimentação dos estudantes, eles apontaram como um dos problemas a localização do colégio, o que afeta principalmente o cotidiano dos pais de estudantes atendidos pelo Núcleo de ýção Especial e Inclusiva (NEEI).  Muitas mães saem de outros municípios, e aguardam os filhos em uma praça em frente ao CAp durante todo o período letivo do dia.

A previsão é que novos encontros entre a equipe da reitoria, pais, alunos e professores do CAp sejam realizados para acompanhar as melhorias das instalações e as demandas do corpo social.  

BNDES promove debate sobre transição energética e sustentabilidade com apoio internacional

O teatro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Centro do Rio de Janeiro, sediou, na quarta-feira, 9/7, o evento A Transição Energética e a Sustentabilidade do Futuro. A iniciativa foi promovida pelo BNDES e apoiada pelo Brasil 247 e o site chinês Guancha.

A mesa de abertura teve a participação do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e do embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao. Durante o encontro, Mercadante destacou a importância da transição energética em um cenário de crise climática com secas, incêndios e inundações, que se associam ao esgotamento de recursos naturais estratégicos, como a água.

“O BNDES tem feito grandes investimentos de saneamento, financiamento para tratamento e preservação dos recursos hídricos. O banco também está dedicado a construir uma certificadora de carbono. Somos o grande provedor de recursos naturais estratégicos e temos buscado parceiros privados no desenho dessa certificação”, disse Mercadante.

Os esforços feitos pelos países integrantes do Brics, por meio de uma agenda de articulações do Sul Global e do fortalecimento das ações multilaterais, também foram destacados pelos participantes como impulsionadores do desenvolvimento de tecnologias renováveis de alta qualidade. 

“Foram conquistados importantes resultados durante a última reunião, incluindo a adoção da declaração do Rio de Janeiro sobre finanças climáticas e a declaração sobre a governança global da inteligência artificial, trazendo contribuições variadas na busca por soluções inclusivas e sustentáveis para urgentes desafios globais”, afirmou Qingqiao.

Painel sobre os esforços para um futuro sustentável e a descarbonização | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

Três painéis abordaram assuntos específicos inseridos na temática do evento: o futuro da energia limpa e a descarbonização na economia; esforços para um futuro sustentável e a descarbonização e os exemplos chineses. Em sua palestra, o reitor da ý (UFRJ), Roberto Medronho, mostrou como as universidades têm papel estratégico na construção de sociedades sustentáveis. O Parque Tecnológico da Universidade foi citado com diversos exemplos de projetos e pesquisas focados na transição energética e na sustentabilidade. 

“Estamos trabalhando com biomaterial, energia e eficiência energética de baixo impacto, construções com bambus, e desenvolvimento de um ônibus movido pelo chamado hidrogênio verde, que já está em implantação em Maricá. Há também o LabOceano, que possui um dos tanques mais profundos do mundo e nos ajudou nos estudos sobre como prospectar o pré-sal. Ainda estamos criando, em conjunto com a Embrapa, o Centro Nacional de Fertilização, onde a descarbonização será absolutamente disruptiva nesse processo de redução do CO2 na produção de fertilizantes”, disse o reitor.

A ex-presidente Dilma Rousseff, que é a atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como Banco do Brics, encerrou o evento com uma palestra. Ela procurou mostrar que, com o atual cenário de emergência climática e crescente desigualdade, atrelado à guerra comercial imposta nos últimos meses, torna-se necessário pensar em uma nova forma de desenvolvimento que contemple a sustentabilidade ambiental dentro das estratégias econômicas.

Dilma Rousseff encerrou o evento com uma palestra | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

“Para os países do Sul Global, esse desafio é ainda maior. Nós enfrentamos a tarefa de desenvolver economias mais dinâmicas, complexas e inovadoras sem repetir as trajetórias de exclusão, dependência e vulnerabilidade ambiental e climática, que marcaram todo o desenvolvimento histórico do passado. O caminho da transição justa e sustentável passa necessariamente pela educação, para que a inovação adote tecnologias, modos de fazer e de pensar que levem em conta a segurança do planeta, a questão das desigualdades sociais e a importância do desenvolvimento”, afirmou Rousseff.

As mesas temáticas foram compostas pela presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros; a ex-ministra da Agricultura, Kátia Abreu; as diretoras do BNDES, Luciana Costa e Tereza Campello; o reitor ý, Roberto Medronho; a copresidente do Painel Internacional de Recursos Naturais da Organização das Nações Unidas (ONU), Izabella Teixeira; a diretora-executiva COP 30, Ana Toni; o ex-diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti; além de representantes de empresas chinesas.

Todo o evento foi transmitido ao vivo pelo Youtube e está disponível no na plataforma.

Delegações da China e Argentina visitam o Parque Tecnológico ý

Representantes de universidades, do governo, da mídia e da sociedade civil da China e da Argentina realizaram uma visita na quarta-feira, 25/6, ao Parque Tecnológico da ý (UFRJ), na Ilha do Fundão. Eles fazem parte da delegação que participou de um evento internacional na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Durante a visita das delegações à UFRJ, o reitor, Roberto Medronho, disse: “Nós precisamos criar um mundo multipolar. Devemos ser os construtores de um novo mundo em que a humanidade, o respeito à diversidade, a cooperação e o diálogo pacífico sejam o caminho para a resolução dos nossos problemas”.

Após reunião no Gabinete da Reitoria, os visitantes conheceram o Laboratório de Intensificação de Processos e Catálise (Lipcat) e puderam observar as pesquisas e os projetos desenvolvidos no local. O encontro foi mais uma oportunidade de estreitar as relações com a China e com países da América Latina.

Comitiva visitou o Laboratório de Intensificação de Processos e Catálise (Lipcat) | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

“Acho que essa relação é muito significativa pela cooperação entre as organizações, entre os veículos de comunicação e as universidades. Pretendemos enviar nossos jornalistas, sempre que possível, para participar dos eventos realizados no Brasil”, afirmou o presidente e editor-chefe do Global Times, Fan Zhengwei.

O ex-ministro de Ciência e Tecnologia da Argentina Daniel Filmus também participou da visita, acompanhado do secretário de Relações Internacionais da Universidade de Buenos Aires (UBA), Patricio Conejero Ortiz. Eles destacaram a necessidade de ampliar as interações com as universidades brasileiras para desenvolver ainda mais a produção científica e tecnológica. 

“Argentina e Brasil representam quase 70% das capacidades científicas e tecnológicas da América do Sul. A aliança e o aprofundamento da relação entre os dois países no campo científico são fundamentais, não apenas entre nós, mas também complementando as relações com a China”, disse Filmus.

Ampliação da integração entre os países do Sul Global

Mais cedo, as comitivas participaram do evento “Diálogo Sul Global – Fórum de Mesa-Redonda China-ALC”, no Hotel Grand Hyatt, na Barra da Tijuca. O encontro, que foi organizado pelo jornal chinês Global Times, pelo portal de notícias Brasil 247  e pela UFRJ, contou também com a participação de representantes de outras nações da América Latina. 

Reitor ý, Roberto Medronho, durante evento no Hotel Grand Hyatt, na Barra da Tijuca | Foto: Divulgação

No evento, foram discutidos temas como as percepções mútuas entre China e América Latina, motores do relacionamento positivo entre as regiões e o papel da mídia na formação de visões recíprocas. Na sessão de abertura, o reitor ý, Roberto Medronho, lembrou como a Universidade tem participado do fortalecimento desses vínculos e destacou o progresso dessas relações: “Hoje temos vários acordos com diversas universidades chinesas e tenho plena convicção do quanto é fundamental cada vez mais estreitarmos os laços de cooperação no Sul Global”, concluiu o reitor.

Projeto Reitoria Itinerante ý visita o Centro de Letras e Artes

O Auditório do Salão Azul da Decania do Centro de Letras e Artes (CLA) da ý (UFRJ) recebeu nesta quarta-feira, 18/6, mais uma edição do projeto Reitoria Itinerante. O tema central foi a situação orçamentária ý. Participaram do encontro o reitor, Roberto Medronho, a vice-reitora, Cássia Turci, além de pró-reitores, superintendentes, representantes e alunos das unidades do centro.

Durante a apresentação, o reitor mostrou que nos últimos 12 anos, o orçamento discricionário da instituição caiu quase pela metade. Além disso, neste período, houve um aumento de 50% do número de vagas por conta do projeto Reuni, mudando também o  perfil dos alunos da instituição e o gasto com bolsas estudantis. 

“As cotas, as ações afirmativas resultaram em uma inclusão social espetacular. O perfil sociodemográfico dos nossos alunos hoje é muito mais semelhante ao perfil da nossa sociedade do que antes. Mas isso também alterou nosso orçamento. Temos mais alunos. Só neste ano, 60% dos alunos participam de ações afirmativas. São pessoas que precisam dos devidos auxílios para se formarem, para se manterem aqui”, explicou o reitor.

Medronho também apresentou ações que estão sendo realizadas para a manutenção da Cidade Universitária e demonstrou gastos realizados com o Restaurante Universitário, água, luz, combustível e com a manutenção de veículos da Universidade. De acordo com o reitor, há planos para que seja feito um contrato com uma empresa terceirizada para o funcionamento dos ônibus internos que circulam no campus.

“Hoje o gasto com a manutenção desses veículos é nosso. São quase dois milhões de reais por ano. É muito dinheiro. Ainda gastamos com IPVA, combustível e o restante das manutenções. Nessa nova forma de contratação, só vamos pagar o que a gente conseguir usar. Se não usar, esse dinheiro fica para realizar outras melhorias”, destacou Medronho.

Representantes e alunos das unidades do CLA participaram da Reitoria Itinerante | Foto: Fábio Caffé (SGCOM/UFRJ)

Durante o encontro, diversos questionamentos, necessidades e situações do cotidiano das unidades do CLA foram levados à administração superior. Uma das colocações foi a solicitação para que um curso de mandarim fosse implementado na UFRJ. 

Outro ponto destacado foi a infraestrutura dos prédios. A situação da Faculdade de Letras  foi descrita por representantes da unidade, que afirmaram que o local sofre com infiltrações que podem, além de comprometer a estrutura do prédio, danificar salas e o patrimônio contido no local. O reitor lembrou que será realizada uma reforma em parte do telhado, com verba proveniente de uma emenda parlamentar.

Também foi solicitado uma ampliação de funções gratificadas para profissionais de diferentes unidades do centro que, segundo os representantes, estão defasadas. Além disso, representantes da Escola de Belas Artes pediram um olhar especial para o orçamento da unidade, que tem sido constantemente avaliada como sendo de excelência. Eles lembraram que o local conta com museus e obras de arte que demandam de cuidados.

Professores e representantes da direção da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo também se manifestaram. Além de também mostrar as dificuldades enfrentadas, se colocaram à disposição das demais unidades para ajudar com projetos e ideias que venham a diminuir os problemas apresentados no encontro. 

O projeto Reitoria Itinerante segue sendo realizado no mês de junho. Na próxima sexta-feira, 27/6, acontece um encontro, às 10h, no Auditório do Bloco B do Polo Universitário de Macaé.  

Friperj promove encontro com parlamentares em apoio à recomposição orçamentária das universidades federais

A grave situação orçamentária enfrentada por universidades e institutos federais fluminenses foi tema do Fórum de Reitores das Instituições Públicas de ýção do Estado do Rio de Janeiro (Friperj) na segunda-feira, 19/5, na sede do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), no Centro do Rio. No encontro, os gestores das instituições do estado apresentaram o panorama financeiro a parlamentares da bancada federal fluminense e mostraram a redução das receitas ao longo dos últimos dez anos. 

As perdas são calculadas em aproximadamente  R$ 3 bilhões no período, em valores corrigidos pela inflação. Durante a reunião, os parlamentares federais reafirmaram o compromisso com a defesa do financiamento da educação e se colocaram à disposição para levar a pauta da recomposição orçamentária das instituições de ensino ao Governo Federal. 

“A situação orçamentária das universidades federais em todo o Brasil tem sofrido impactos ao longo da última década, o que está gerando uma necessidade de financiamento do custeio básico das universidades, que está se tornando insustentável. Associado a isso, nós tivemos duas ações este ano que prejudicaram muito o orçamento das universidades”, disse o reitor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e atual presidente do Friperj, Roberto Rodrigues.

O cenário na ý (UFRJ) não é diferente. A última década também foi marcada por redução no orçamento. Em 2012, eram cerca de R$ 784 milhões (corrigidos pelo IPCA). Em 2025 o orçamento é de R$ 406 milhões, ou seja, 52% de 13 anos atrás. A situação se agravou ainda com a edição do  nº 12.448, de 30 de abril de 2025, que limitou a liberação mensal do orçamento a 1/18 do valor da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) de 2025 até novembro deste ano. 

Representante ý na reunião, a  vice-reitora ý, Cássia Turci, destacou que o encontro fortalece o Friperj e as universidades, e que a união entre as instituições contribui para que a situação seja revertida. Ela afirmou também que os valores liberados são insuficientes para honrar as despesas obrigatórias para a manutenção da Universidade, e que é necessário buscar, junto ao Governo Federal, uma mudança no decreto.

“Com o corte que nós tivemos, ou seja, recebendo 1/18, nós só conseguimos bancar 43% das despesas de custeio da nossa Universidade. É muito grave a situação, porque até novembro de 2025 nós receberemos apenas cerca de 60% do orçamento anual, e em dezembro 40%. É muito importante que a gente consiga o apoio dessa bancada”, alertou Turci.

Vice-reitora ý, Cássia Turci, no Fórum de Reitores das Instituições Públicas de ýção do Estado do Rio de Janeiro | Fernando Souza (AdUFRJ)

A reunião contou com a presença de parlamentares comprometidos com a pauta da educação, como a vice-líder do governo na Câmara, Jandira Feghali (PC do B), dos deputados Benedita da Silva (PT), Chico Alencar (Psol), Reimont (PT), Laura Carneiro (PSD), Rejane de Almeida (Enfermeira Rejane, do PC do B) e Tarcísio Motta (Psol), entre outros. Durante o encontro, Feghali compartilhou que conversou com o ministro da ýção, Camilo Santana, e ele confirmou que a reivindicação por mais recursos será levada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda nesta semana. 

Além ý e da Rural, participaram do encontro as reitorias da Universidade Federal Fluminense (UFF), do Instituto Federal Fluminense (IFF), do Centro Federal de ýção Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj),  da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), representantes do Colégio Pedro II e de sindicatos.

Parceria entre UFRJ e Petrobras renova pavimentação na Cidade Universitária

A ý (UFRJ) está recapeando alguns trechos da Cidade Universitária. As ações começaram no dia 5/5, com a reabilitação da camada asfáltica na Avenida Carlos Chagas Filho (próximo à saída 2) e na Avenida Horácio Macedo (próximo à Praça Edson Abdalla Saad).

A execução das atividades é fruto de uma parceria estabelecida entre Prefeitura Universitária (PU), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Ұܲçã e Pesquisa em Engenharia (Coppe) e Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) da Petrobras. 

A iniciativa faz parte de projetos conjuntos entre a Coppe e o Cenpes, que têm buscado alternativas para a aplicação de produtos mais sustentáveis na pavimentação asfáltica. A pesquisa abrange eixos de análise sobre o envelhecimento do material ‒ como ele se comporta ao longo do tempo; a dosagem balanceada, para otimizar o desempenho mecânico; e a sustentabilidade. O novo asfalto tem grande potencial de reduzir a emissão de poluentes durante a sua produção e aplicação no campo.

“Estamos aplicando e avaliando o desempenho deste novo asfalto desenvolvido pela Petrobras, que alia eficiência técnica e responsabilidade ambiental, com potencial para transformar o mercado de pavimentação”, destacou Thiago Aragão, professor da Coppe e coordenador do projeto.

Os trechos serão monitorados pelos pesquisadores, que vão avaliar as performances funcionais e estruturais, buscando validar as tecnologias utilizadas. Novos experimentos estão previstos para serem realizados na Cidade Universitária no segundo semestre deste ano.

Diante do cenário de restrições orçamentárias recorrentes, a Prefeitura Universitária busca alternativas para viabilizar os serviços que a UFRJ necessita. “As tratativas com a Coppe e o Cenpes, acompanhadas também pela Coordenação de Infraestrutura Urbana da PU, foram exitosas, e o resultado de nosso esforço conjunto está sendo revertido na pavimentação”, destacou o prefeito ý, Marcos Maldonado. 

Intervenções começaram no início de maio, com a reabilitação da camada asfáltica na Avenida Carlos Chagas Filho e na Avenida Horácio Macedo | Foto: Divulgação PU

Novos recapeamentos deverão ocorrer em setembro: na Avenida Horácio Macedo (sentido ponte), desde o posto de combustíveis até a rotatória da Praça Samira Mesquita, dando continuidade na Avenida Pedro Calmon (sentido ponte). Outros pequenos trechos também serão atendidos, como a Praça Wanda de Oliveira (alojamento) e Avenida Carlos Chagas Filho (próximo à BioRio).

As intervenções ainda podem aprimorar a mobilidade urbana, diminuindo os congestionamentos, além de melhorar o escoamento das águas pluviais sobre as vias em dias de chuva.

UFRJ e Secretaria de Saúde do Rio discutem novas parcerias em telemedicina, estágios e na área assistencial

O reitor da ý (UFRJ), Roberto Medronho, se reuniu na quarta-feira, 30/4, com representantes da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ). No encontro foi discutida a possibilidade da realização de novas parcerias nas áreas assistencial e de telemedicina, além da possível inserção dos alunos na UFRJ em estágios no município.

Além da equipe ý, participaram da reunião, o assessor da SMS-RJ, Luiz Felipe Pinto, e a subsecretária geral da Secretaria, Fernanda Adães. Uma das pautas foi a busca pela ampliação do acesso aos serviços ambulatoriais de saúde do SUS em parceria com o Hospital Universitário. Também foi proposta a criação de um grupo de trabalho para elaboração de projeto de Telemedicina para a atenção primária à saúde em parceria com a SMS-RJ.

A ampliação do cenário de ensino aprendizagem também foi destacada. A ideia é que haja uma maior inserção de alunos dos cursos da área de saúde ý na Maternidade Municipal Paulino Werneck, na Ilha do Governador.  Os representantes da SMS-RJ deixaram as portas abertas para que seja realizada uma visita ao local.

“O encontro de hoje serviu para ampliar as possibilidades de projetos e parcerias com o SUS carioca com aquela que é a principal universidade do Rio de Janeiro e uma das mais importantes do Brasil. Hoje os alunos ý já realizam o Internato e outros estágios na rede de atenção primária e hospitalar da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro”, disse Luiz Felipe Pinto.

Durante o encontro, os representantes da secretaria convidaram Medronho para conhecer o projeto do novo Hospital Municipal Souza Aguiar, que vem passando pela maior reforma de sua história, além de outras unidades onde há supervisão de estágios curriculares ý.