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Adeus a Ricardo Silva Kubrusly

É com pesar que a Reitoria ý informa o falecimento de Ricardo Silva Kubrusly, professor titular do Programa de Pós-Ұܲçã em ᾱó das Ciências e das Técnicas e Epistemologia (HCTE) ý. Antes, atuou no Instituto de Matemática.

Mais que matemático, Kubrusly também se identificava como poeta. Ele se graduou em Engenharia Civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), fez mestrado em Estruturas pela mesma instituição e concluiu o doutorado em Ciências pela Universidade do Texas, em Austin (Estados Unidos). Seu estágio pós-doutoral foi realizado na Universidade de Purdue (Estados Unidos). 

No período de 2005 e 2007, o professor também foi primeiro secretário da Associação de Docentes ý (Adufrj). Além ý, Kubrusly tinha passagens pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Instituto Militar de Engenharia (IME), Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional (SBMAC) – onde foi presidente de 1993 a 1995 –, Academia Paraense de Ciências (APC), Associação de Filosofia e ᾱó da Ciência do Cone Sul (Afhic), Associação Nacional de ᾱó (Anpuh), PUC-Rio e Sociedade Brasileira de ᾱó da Ciência (SBHC).

A Reitoria ý lamenta o seu falecimento e, neste momento de consternação, transmite força a amigos, familiares e à comunidade universitária.

11/12/2023
Reitoria ý

Adeus a Lydio Bandeira de Mello

A Reitoria ý expressa sua consternação pelo falecimento do professor e artista Lydio Bandeira de Mello, ocorrido na última terça-feira, 14/11. Nascido em 1929, em Leopoldina, Minas Gerais, Lydio se destacou por sua paixão pela arte e dedicação ao ensino.

Aos 17 anos, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes (EBA). Lá, tornou-se monitor da cadeira de desenho de modelo vivo e assistente do pintor Marques Júnior (1887-1960). Conquistou o prêmio Viagem ao Estrangeiro, em 1961, que lhe permitiu explorar as técnicas dos antigos mestres europeus. Nesse período, pintou os afrescos da igreja de San Giacomo Maggiore, na cidade italiana de Poggio Bustone. Em 1951, aos 22 anos, iniciou sua carreira no magistério superior, tornando-se professor efetivo da escola de Belas Artes em 1965. Em 1964, a Universidade do Brasil lhe concedeu o título de notório saber.

A Reitoria lamenta a partida de Lydio Bandeira de Mello. Desejamos força aos familiares, amigos e comunidade acadêmica neste momento de consternação.

16/11/2023
Reitoria ý

Adeus a Adolpho Hoirisch

A Reitoria ý expressa sua consternação pelo falecimento do professor emérito Adolpho Hoirisch. Nascido em 22 de maio de 1930, no Rio de Janeiro, Adolpho dedicou sua vida ao ensino e à Medicina. Graduado em Medicina, em 1954, na Universidade do Brasil, dedicou seus estudos à Psiquiatria.

Durante sua passagem pelo Instituto de Psiquiatria ý, exerceu diferentes funções e atividades. Ao longo de sua trajetória, atuou como instrutor de ensino, professor assistente, professor adjunto e livre-docente até receber o título de professor titular de Psicologia Médica, em 1975. Em 2013, recebeu o título de professor emérito da ý. Em 1988, Adolpho foi eleito membro da Academia Nacional de Medicina.

A Reitoria ý lamenta o falecimento do professor Adolpho Hoirisch e deseja força aos familiares e amigos neste momento de tristeza.

2/11/2023
Reitoria ý

Adeus a Marinalva Silva Oliveira

Foi com profunda consternação que a Reitoria ý teve ciência do falecimento de Marinalva Silva Oliveira, professora titular da Faculdade de ýção ý. Ela tinha experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia da ýção e do Desenvolvimento Humano, especialmente em políticas públicas de inclusão para pessoas com deficiência intelectual.

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Pará (1989), cursou mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento pela mesma instituição (1996) e doutorado em Psicologia (Psicologia Experimental) pela Universidade de São Paulo (2002). Foi coordenadora do Laboratório de Inclusão, Mediação Simbólica, Desenvolvimento e Aprendizagem (LIMDA) e orientou dissertações de mestrado na área de desenvolvimento e aprendizagem de crianças com Síndrome de Down e formação de professores para a educação inclusiva de pessoas com deficiência.

Foi presidenta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) durante o biênio 2012-2014 e tinha como marca a firmeza de princípios na defesa dos docentes, sem deixar de lado a ternura e o cuidado, indispensáveis para preservar de boas relações pessoais e políticas. Algumas de suas intervenções sempre terminavam com a frase “lugar de mulher é onde ela quiser”. Para os que virão, fica a memória de uma professora militante.

Marinalva deixa três filhos. A Reitoria ý lamenta o seu falecimento e, neste momento de intenso pesar, transmite forças a amigos, familiares e à comunidade universitária.

27/10/2023
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Adeus a Sylvia Vargas

Sylvia da Silveira de Mello Vargas foi vice-reitora ý entre julho de 2003 e julho de 2011, durante as duas gestões do professor Aloisio Teixeira. A docente era conhecida por seu tato afetuoso e solidário, sendo muito estimada pela comunidade universitária, e sempre engajada na pauta universitária para o país.

Durante sua carreira, a professora ocupou diversos cargos na UFRJ. Além de vice-reitora, foi diretora da bicentenária Faculdade de Medicina e presidente da Fundação Universitária José Bonifácio (Fujb).

Na próxima segunda-feira, 11/9, às 11h30, será realizado ato ecumênico em homenagem à professora Sylvia da Silveira de Mello Vargas no auditório Professor Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão), no CCS.

Leia nota de pesar na íntegra:

Adeus a Sylvia Vargas

É com profundo pesar que a Reitoria ý comunica o falecimento da professora Sylvia da Silveira de Mello Vargas, ocorrido neste sábado, dia 2/9.

Sylvia foi vice-reitora ý entre julho de 2003 e julho de 2011, na duas gestões do professor Aloisio Teixeira. A docente era conhecida por seu tato afetuoso e solidário, sendo muito estimada pela comunidade universitária, sempre engajada na pauta universitária para o país.

Durante sua carreira, a professora ocupou diversos cargos na UFRJ. Além de vice-reitora, foi diretora da bicentenária Faculdade de Medicina e presidente da Fundação Universitária José Bonifácio (Fujb).

Em 2008, Sylvia Vargas foi homenageada pela Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro com o título de Médica do Ano, justamente na ocasião em que a comunidade médica celebrava os 200 anos do ensino médico no Brasil, marcado pelas pioneiras Escolas Médicas do Rio de Janeiro (hoje a Faculdade de Medicina ý) e da Bahia.

A Reitoria ý lamenta o falecimento de Sylvia e transmite força aos familiares, amigos e à comunidade acadêmica neste momento de profunda tristeza.

2/9/2023
Reitoria ý

Adeus a Lucia Maria França Siano

Foi com pesar que a Reitoria ý teve ciência do falecimento da professora Lucia Maria França Siano, ocorrido na última segunda-feira, dia 21/8, em Vitória, no Espírito Santo.

Ela atuou entre 1981 e 1998 na Faculdade de ýção (FE) ý, onde foi professora do Departamento de Administração Escolar e também chefe desse departamento.

Na Universidade, exerceu ainda as seguintes funções: foi presidente da Comissão de Ensino e Títulos do Conselho Universitário (1988-1991); membro da Comissão de Avaliação do Projeto Uma Nova Política para o Ensino Superior, elaborado pelo MEC, representando a UFRJ (1991); e, finalmente, chefe de gabinete da Reitoria e assessora do reitor ý (1994-1998).

Nesta última função, fez um trabalho de integração significativa, tendo em vista sua habilidade de absorver a amplitude e a complexidade do trabalho na Universidade.

Atuou, profissionalmente, também na Fundação Universitária José Bonifácio, como chefe de gabinete (2012-2017); na Universidade Castelo Branco, na assessoria do reitor (1999/2011); na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), como professora assistente (1980-1994); e na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), como professora assistente (1972-1981).

Natural de Cachoeiro do Itapemirim (ES), onde desenvolveu os estudos até o ensino médio, Lucia era graduada em Pedagogia pela Ufes e mestre em ýção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). 

A Reitoria ý lamenta o falecimento da professora Lucia e deseja força aos familiares e amigos neste momento de tristeza.

22/8/2023
Reitoria ý

Adeus a José Murilo de Carvalho

A Reitoria ý expressa sua consternação pelo falecimento do professor José Murilo de Carvalho, considerado um dos maiores historiadores e intelectuais brasileiros, José Murilo era mineiro, bacharel em Sociologia e Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre e doutor em Ciência Política pela Universidade de Stanford, na Califórnia, onde estudou o Império Brasileiro.

Escreveu 19 livros, entre eles A formação das almas: o imaginário da República no Brasil, A cidadania no Brasil: o longo caminho e Os bestializados. Também fazia parte da Academia Brasileira de Ciências. Colaborou na pós-graduação em ᾱó ý orientando 12 monografias, 20 dissertações de mestrado e 20 teses de doutorado. Dissecou em suas obras o Brasil do Império e da Primeira República. Com elas, ganhou prêmios importantes, como o de melhor livro de 1988 pela Associação Nacional de Pós-graduação em Ciências Sociais (Anpocs) – Os bestializados – e por duas vezes o Jabuti – em 1991, com A formação das almas, e em 2008, com Dom Pedro II: ser ou não ser. Ganhou ainda o prêmio Casa de las Américas por A cidadania no Brasil, em 2001. 

Atuou também na área de divulgação: fez parte do conselho editorial da Ciência Hoje e da Revista de ᾱó da Biblioteca Nacional. Em sua passagem pela Universidade de Stanford), onde concluiu o mestrado (1969) e o doutorado (1975) em Ciência Política, teve contato com nomes de peso das Ciências Sociais, como Gabriel Almond, Heinz Eulau e Sidney Verba. 

Sua tese de doutorado, em que analisa o perfil das elites políticas brasileiras no século XIX e sua relação com os partidos imperiais, deu origem a uma obra de fôlego, publicada em dois volumes: A construção da ordem: a elite política imperial e Teatro de sombras: a política imperial

As principais instituições de ensino e pesquisa  em humanidades do país contaram com o lampejo erudito de José Murilo. Ele ajudou a criar a pós-graduação em Ciência Política na UFMG e o doutorado na mesma área no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). 

Trabalhou ainda como pesquisador na Casa de Rui Barbosa e no Centro de Pesquisa e Documentação de ᾱó Contemporânea do Brasil. No exterior, foi pesquisador e professor visitante no Instituto de Estudos Avançados de Princeton (EUA), nas universidades de Notre Dame, Califórnia–Irvine, Stanford (todas nos EUA), Leiden (Holanda), Oxford e Londres (Inglaterra) e na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (França). Em 2003, foi eleito membro da Academia Brasileira de Ciências e, no ano seguinte, da Academia Brasileira de Letras. 

Recebeu homenagens importantes, como a Medalha de Oficial e Comendador da Ordem de Rio Branco (1989), a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (1998) e o Prêmio Almirante Álvaro Alberto (2008). Desde 2011, era professor emérito ý, onde lecionou por 12 anos até se aposentar.

A Reitoria lamenta a partida de José Murilo de Carvalho. Desejamos força aos familiares, amigos e comunidade acadêmica neste momento de consternação.

16/8/2023
Reitoria ý

Adeus a Aderbal Freire-Filho

A Reitoria ý expressa seu pesar pelo falecimento de Aderbal Freire-Filho, ocorrido na quarta-feira, 9/8. 

Professor da Faculdade de Letras ý de 1986 a 2001, Aderbal Freire-Filho coordenou a comissão que criou o curso de Direção Teatral, da Escola de dzܲԾçã. Foi membro do Conselho Diretor do Festival Ibero-americano de Teatro, de Cádiz, Espanha, de 1992 a 1999, e  conselheiro-diretor da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. 

Ganhou os prêmios Molière, Golfinho de Ouro, Shell, Mambembe, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), APTR, Florencio (no Uruguai), entre outros. Em 2009, recebeu a Ordem do Mérito Cultural, no grau de Cavaleiro. É autor de prólogos para edições de peças e estudos de teatro (Estudos sobre teatro, de B. Brecht, Ed. Nova Fronteira; Obras completas, de Nelson Rodrigues, Ed. Nova Fronteira; O amor do soldado, de Jorge Amado, Cia. das Letras, entre outros) e de artigos em revistas brasileiras e estrangeiras (Teatro e Storia, Universitá di Roma, Itália; 7 Caminos Teatrales, Universidad de Guanajuato, México; Revista Teatro Celcit, Buenos Aires, Argentina).

Na relação de seus espetáculos estão: Hamlet, Macbeth, As You Like It, Timon de Atenas (Shakespeare); Tio Vânia (Tchekhov); Casa de Bonecas (Ibsen); O Congresso dos Intelectuais e Na Selva das Cidades (Brecht); A Morte de Danton (üԱ); As Fenícias (Eurípides); e peças de muitos autores brasileiros, a exemplo de Nelson Rodrigues (Senhora dos Afogados), Oduvaldo Vianna Filho (Corpo a Corpo, Moço em Estado de Sítio, Mão na Luva, O Último Combate do Homem Comum), Alcione Araújo, Mário Prata, Roberto Athayde, Geraldo Carneiro, Leilah Assunção, Flávio Márcio, José Antonio de Souza, entre outros.

Encenou os romances A Mulher Carioca aos 22 Anos (João de Minas); O que Diz Molero (Dinis Machado); O Púcaro Búlgaro (Campos de Carvalho) e Moby Dick (Melville). Entre suas peças encenadas: O Tiro que Mudou a ᾱó (parceria com Carlos Eduardo Novaes); No Verão de 96…; Xambudo; Isabel; Cãocoisa e a Coisa Homem; Depois do Filme.

Deixou um legado de trabalho e dedicação às Artes e Humanidades.

14/8/2023
Reitoria ý 

Adeus a Helena Parente Cunha

É com pesar que a Reitoria da ý comunica o falecimento de Helena Parente Cunha, no último sábado (11/2). Docente do Departamento de Ciência da Literatura, pesquisadora, ensaísta, crítica literária, poeta, ficcionista, tradutora e professora emérita ý, Helena dedicou sua vida à literatura.

Desde 1968 na instituição, Helena trabalhou na Faculdade de Letras ý, onde exerceu cargos como o de diretora de unidade, entre outros, até agosto de 1997, quando se aposentou. Contudo, manteve o vínculo com a instituição, como professora emérita, lecionando na pós-graduação (mestrado e doutorado) do Programa em Ciência da Literatura da Faculdade de Letras ý, orientando e ministrando cursos de extensão.

Em 1954, em decorrência de uma bolsa de estudos da Capes, Helena especializou-se em Língua, Literatura e Cultura Italiana em Perugia, na Itália. Na década de 60, devido a sua escrita impecável, estreou na literatura com o livro de poemas Corpo do Gozo, premiado no Concurso de Poesia da Secretaria de ýção e Cultura da Guanabara, em 1965.

A Reitoria lamenta a partida de Helena. Ela nos deixa um legado de dedicação e amor à poesia e à vida. Desejamos força aos familiares, aos amigos e à comunidade universitária neste momento de tristeza.

13/2/2023
Reitoria ý