Face a conteúdos equivocados que têm sido difundidos em redes sociais, que se referem ao campus Praia Vermelha ´óÏó´«Ã½, a reitora Denise Pires de Carvalho emitiu carta sobre o assunto.

Leia na Ãntegra:
Com relação à mensagem que está circulando nas redes sociais sobre privatização de áreas ´óÏó´«Ã½, preciso tranquilizá-los, pois não há nenhuma intenção da atual Reitoria em deixar que se privatize qualquer área na Praia Vermelha. Na realidade, nossa gestão, iniciada em 2019, estancou um projeto da gestão anterior, que esteve à frente da Reitoria ´óÏó´«Ã½ entre 2015 e 2019 e assinou contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com esta finalidade. Queremos apenas devolver à cidade do Rio de Janeiro um equipamento cultural naquela região, o que foi subtraÃdo da sociedade carioca há mais de uma década e abandonado por gestões precedentes.
Nunca apoiamos nenhum tipo de privatização de áreas públicas, muito menos a destruição de prédios históricos. Além disso, nada justificaria derrubar hospitais públicos que funcionam no campus da Praia Vermelha e correspondem à história da Psiquiatria e da Medicina na América Latina. Sou egressa da Faculdade de Medicina ´óÏó´«Ã½ e considero lastimável a demolição do prédio da Faculdade de Medicina primaz do Rio de Janeiro, que ocorreu na década de 1960 naquela região.
Venho, portanto, deixar explÃcito para a classe artÃstica e a população carioca que nosso único objetivo é devolver o equipamento cultural à sociedade, no mesmo local em que se localizava anteriormente, porém em novo edifÃcio (pois o atual se encontra condenado). Contamos com a ajuda e o apoio de vocês nesta missão e estamos certos de que a recuperação daquela área abandonada do campus ´óÏó´«Ã½ vai ajudar a revitalizar nossa cidade.
Denise Pires de Carvalho
Reitora ´óÏó´«Ã½
