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Renovação de ambulatórios no Hospital do Fundão não é um feito do presidente

A Reitoria ý recebeu, com surpresa, a informação de que circula um vídeo nas redes sociais em que um homem narra que melhorias no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) teriam sido um feito do presidente da República. A fala é mentirosa, motivo pelo qual o vídeo foi denunciado ao Facebook.

Na verdade, a renovação dos ambulatórios do Hospital do Fundão, como é conhecido o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, só foi possível devido ao esforço da nova Direção-Geral da unidade de saúde, com apoio da Reitoria ý. Buscaram-se doações para a reforma estrutural, elétrica, hidráulica e ambiental dos consultórios e espaços comuns dos dois andares de ambulatórios, que possuem um total de 8.000 m². Essas doações foram realizadas pelo Movimento União Rio, por meio do Instituto da Criança. As novas instalações foram inauguradas em 30/3.

Para a reforma dos consultórios médicos, foi necessário remanejar todo o atendimento para outros andares. Ao todo, são 128 consultórios, com cerca de 750 consultas por dia, durante o período pandêmico. Normalmente, são prestados 1.000 atendimentos diariamente.

Considerando o importante número de casos de internação por COVID-19 no estado do Rio de Janeiro, o HUCFF, hospital com mais de quatro décadas na atenção à saúde do povo fluminense, promoveu parcerias a fim de ampliar sua estrutura física e deixar um legado, após a pandemia, para a população, com doações da Fundação Coppetec, da Fundação Universitária José Bonifácio (Fujb) e do Movimento União Rio, que colaborou com a readequação de leitos de terapia intensiva, enfermarias e consultórios ambulatoriais.

30/6/2021
Reitoria ý

Coronavírus: vacinação de trabalhadores ý de 18 a 42 anos na cidade do Rio

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) definiu como grupos prioritários para vacinação contra a COVID-19, na próxima quarta-feira (16/6), os trabalhadores da educação superior, profissionalizante e outros, com idade entre 18 e 42 anos, incluindo, portanto, os docentes, técnicos-administrativos e terceirizados que trabalham na UFRJ, inclusive os que atuam em campi localizados fora da capital.

Para que a movimentação seja mais fluida, a SMS-Rio subdividiu os turnos da vacinação por gênero: pela manhã as mulheres serão vacinadas e, à tarde, será a vez dos homens. Para serem imunizados, os trabalhadores da educação devem estar na ativa e precisam apresentar contracheque ou declaração.

No site , é possível consultar todos os locais e horários de vacinação. Quem não puder comparecer no dia 16/6 terá uma segunda chance na repescagem, que acontecerá em 23/6.

Orientamos aos profissionais ý que evitem aglomerações e o uso de transporte público para se vacinar e busquem os postos de imunização mais próximos de suas residências. O uso de máscara é obrigatório e sugerimos que tenha sempre um frasco com álcool 70º para higienização frequente das mãos.

11/6/2021
Reitoria ý

UFRJ lança fundo de apoio para recuperação do prédio Jorge Machado Moreira

A UFRJ iniciou campanha para atrair doações privadas para o Fundo de Apoio à recuperação do prédio Jorge Machado Moreira, edificação que sofre com problemas de manutenção e, desde 1957, já passou por dois incêndios, o mais recente no mês de abril. Pessoas físicas ou jurídicas privadas poderão contribuir com o depósito de qualquer valor em uma conta específica aberta no Banco do Brasil. Um Comitê Gestor composto por membros ý e da Fundação Coppetec irá administrar os recursos, com total transparência para acompanhamento dos donativos e suas aplicações.

Os valores serão utilizados para recuperação dos espaços físicos do prédio e aquisição de equipamentos e mobiliário. Entre as obras previstas para a edificação, estão incluídas revisão geral da parte elétrica, intervenções para recuperação dos pilares e das fachadas, impermeabilização da cobertura dos blocos C e D, recuperação estrutural das áreas afetadas pelos incêndios e implantação do projeto de combate a incêndio e pânico.

A estimativa de custos para a recuperação dos espaços atingidos pelos incêndios está em torno de R$ 4 milhões, enquanto para a recuperação total do edifício, inclusive com adaptações preventivas contra novos sinistros, esse valor estaria próximo de R$ 15 milhões. Os interessados em contribuir com o Fundo de Apoio para a recuperação do prédio Jorge Machado Moreira podem realizar depósito em favor da Fundação Coppetec, na conta-corrente 55.735-8, da agência 2234-9, do Banco do Brasil, remetendo o recibo do depósito para o site da ou para o e-mail: doador.reitoria@coppetec.ufrj.br.

Governo libera parte de orçamento, mas previsão é que UFRJ só consiga funcionar até setembro

O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira, 13/5, a portaria nº 5.545/2021, do Ministério da Economia, que libera R$ 18,7 bilhões para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária. Na prática, de acordo com o pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças ý, professor Eduardo Raupp, representa a liberação dos créditos provisionados da instituição, em torno de R$ 152,2 milhões. Esses recursos ainda dependiam de aprovação do Congresso Nacional para serem liberados em 2021, mas essa etapa está superada. Raupp esclarece que ainda persiste, todavia, o bloqueio de R$ 41,1 milhões por parte do governo federal, assim como o valor previsto no orçamento da União para a Universidade atualmente, que é de R$ 299,1 milhões, inferior ao do ano passado (R$ 374 milhões). Está afastada a possibilidade de fechamento da Universidade a partir de julho. Mas a liberação não altera o montante do orçamento e assegura condições de funcionamento ý apenas até setembro. São necessários aportes emergenciais do governo federal para recompor o orçamento, pelo menos, ao de 2020, para que a Universidade possa cumprir seus compromissos.

13/5/2021
Reitoria ý

UFRJ condena intervenção policial no Jacarezinho

A Reitoria ý emitiu nota nesta sexta-feira, 7/5, em que condenou a operação da Polícia Civil no Jacarezinho, Zona Norte carioca. A ação se tornou a mais letal do estado do Rio de Janeiro, com 25 vidas perdidas. A Operação Exceptis queria investigar o aliciamento de crianças e adolescentes para crimes.

Leia a nota:

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo 3º, afirma que “todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”. A violação desse princípio fundamental se repete na história de nosso país e a intervenção policial ocorrida no Jacarezinho, na última quinta-feira, 6/4/2021, é mais uma ação contra os direitos fundamentais da população brasileira. É fundamental que nossas forças policiais tenham como princípio essencial o respeito à vida de nossos cidadãos e cidadãs. A Reitoria ý vem se manifestar condenando a ação e se solidarizando com as famílias afetadas nesse momento de dor.

Por Assessoria de Imprensa da Reitoria

Em artigo no Globo, reitora e vice-reitor denunciam que governo inviabilizará a Universidade

O jornal O Globo publicou nesta quinta-feira, 6/5, o artigo Universidade Fica Inviável, escrito pela reitora e pelo vice-reitor ý, Denise Pires de Carvalho e Carlos Frederico Leão Rocha.

No texto, disponibilizado nas versões impressa e online do jornal, os professores denunciam a situação orçamentária dramática das instituições federais de ensino superior e, em particular, ý, a maior do país e a primeira criada pelo governo federal. , diversos serviços da Universidade poderão ser afetados, inclusive as pesquisas de duas vacinas nacionais contra a COVID-19 que ocorrem em laboratórios ý e se encontram em testes pré-clínicos.

“A UFRJ fechará suas portas por incapacidade de pagamento de contas de segurança, limpeza, eletricidade e água. O governo optou pelos cortes, e não pela preservação dessas instituições. A Universidade nem sequer pode expandir a arrecadação de recursos próprios, pois não estará garantida a autorização para o gasto. A Universidade está sendo inviabilizada”, diz o artigo.

ou abaixo:

Universidade fica inviável

A pandemia da Covid-19 revelou a importância da ciência no enfrentamento de questões de risco para a sociedade. Conhecimento científico é importante no planejamento das ações de redução da transmissibilidade da doença, nos cuidados hospitalares e no desenvolvimento de alternativas de combate ao vírus, como a produção de vacinas.

As universidades públicas estão na linha de frente dos desafios postos ao país e têm sido protagonistas em diversas ações para combater a pandemia. No caso ý, realizamos testes moleculares padrão ouro por RT-PCR, enquanto a rede privada não dispunha desses testes diagnósticos. Nosso Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, o maior do Estado do Rio em volume de consultas, instalou um novo CTI e mais de 100 leitos de enfermaria para tratamento da Covid-19. A assistência aos pacientes esteve associada à geração de conhecimento científico. Realizamos estudos pioneiros de vigilância genômica, identificando novas variantes dos vírus; desenvolvemos testes sorológicos, e vacinas com tecnologia nacional estão na fase de testes pré-clínicos. Nossas perspectivas de retorno após a pandemia seriam muito piores sem essas ações.

Isso se tornou possível em razão do desenvolvimento de capacitação científica, fruto de investimentos anteriores no sistema nacional de ciência e tecnologia nas universidades e nas demais instituições científicas. Em 2013, R$ 12 bilhões foram investidos pela Capes e pelo CNPq, transformando o cenário da produção científica do país. Consequentemente, durante a epidemia da zika, o Brasil liderou o número de publicações relacionadas à enfermidade, o que permitiu a identificação de suas consequências fisiopatológicas, resultando em vidas salvas pela nossa ciência.

As universidades também dobraram o número de estudantes matriculados nos cursos de graduação. Efetuou-se um importante programa de democratização do ingresso. O investimento no ensino superior passou a ser um dos mais efetivos agentes promotores da diminuição da desigualdade social, tornando-se um importante programa social do Estado brasileiro.

Desde 2013, o orçamento das universidades vem sendo radicalmente cortado. O orçamento discricionário aprovado pela Lei Orçamentária para a UFRJ em 2021 é 38% daquele empenhado em 2012. Quando se soma o bloqueio de 18,4% do orçamento aprovado, como anunciado pelo governo, seu funcionamento ficará inviabilizado a partir de julho. A UFRJ fechará suas portas por incapacidade de pagamento de contas de segurança, limpeza, eletricidade e água. O governo optou pelos cortes e não pela preservação dessas instituições. A universidade nem sequer pode expandir a arrecadação de recursos próprios, pois não estará garantida a autorização para o gasto. A universidade está sendo inviabilizada. Em dez anos, nos restará perguntar onde estará a capacidade de resposta na próxima emergência sanitária e qual será a opção terapêutica milagrosa que colocarão à venda.

Prédio da Reitoria ý
A UFRJ é a maior universidade federal do país e governo pode inviabilizá-la | Foto: Raphael Pizzino (SGCOM/UFRJ)

A UFRJ

Maior universidade federal do Brasil, a UFRJ é a primeira instituição oficial de ensino superior do país, com atividade desde 1792 (Escola Politécnica, a sétima escola de Engenharia do mundo e a mais antiga das Américas) e organizada como universidade em 1920. Presença registrada nas 15 melhores posições dos mais diversos rankings acadêmicos na América Latina, a instituição conta, hoje, com 172 cursos presenciais de graduação, 4 de graduação a distância, 315 de especialização e 224 programas de pós-graduação (mestrado, doutorado e pós-doutorado). Com mais de 1.700 ações de extensão, a Universidade está perto do povo.

Segundo o Ranking Universitário Folha, a UFRJ é a universidade mais inovadora do país, o que também se deve à sua pluralidade: seu corpo social é composto por mais de 65 mil estudantes (nesse âmbito, anualmente, 5 mil se formam na graduação e 2,6 mil dissertações e teses são produzidas), 4 mil docentes (sendo que 9 em cada 10 têm doutorado), 3,7 mil técnicos-administrativos atuantes nos hospitais ý e 5,6 mil em demais unidades.

A Universidade tem estrutura similar à de um município de médio porte. Antes da pandemia de COVID-19, a Cidade Universitária, campus principal, tinha circulação diária de cerca de 100 mil pessoas por dia. Compatível com o seu grau de relevância estratégica para o desenvolvimento do país, a UFRJ formou uma sucessão de ex-alunos notáveis, como o indicado ao Prêmio Nobel da Paz Osvaldo Aranha; os escritores Jorge Amado e Clarice Lispector; o arquiteto Oscar Niemeyer; os médicos Oswaldo Cruz e Carlos Chagas; os jornalistas Fátima Bernardes e Ali Kamel; e o matemático Artur Ávila, primeiro latino-americano a receber a Medalha Fields, prêmio oferecido a matemáticos com até 40 anos e considerado equivalente ao Prêmio Nobel.

Uma das instituições que mais produzem ciência no Brasil, a UFRJ possui dois campi fora da capital fluminense: um em Macaé e outro em Duque de Caxias. Com projetos de ponta nas áreas científica e cultural, a antiga Universidade do Brasil tem sob seu escopo 9 hospitais universitários e unidades de saúde, 13 museus, mais de 1.450 laboratórios, 45 bibliotecas e um Parque Tecnológico de 350 mil metros quadrados, com startups e empresas de protagonismo nacional e internacional.

Por Assessoria de Imprensa da Reitoria

Coronavírus: vacinação de trabalhadores da educação ý com idade a partir de 45 anos

Atualizado às 8h31 de 20/4/2021

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio) definiu como grupos prioritários para vacinação contra a COVID-19, a partir de 26/4, os trabalhadores da educação. Estão incluídos no grupo os profissionais docentes, técnicos-administrativos, contratados e terceirizados que trabalham na UFRJ. Estes profissionais devem ser vacinados de acordo com o , de 59 a 45 anos de idade. Confira:

Arte: Prefeitura do Rio (7/4/2021, 12h)

Orientamos aos profissionais da Universidade que evitem aglomerações e o uso de transporte público para se vacinar e busquem os postos de imunização mais próximos de suas residências, deixando os locais ý dedicados à comunidade que se encontra em trabalho presencial ou reside nas redondezas do campus da Cidade Universitária. , no site da Prefeitura do Rio.

Todos devem estar na ativa e apresentar os três últimos contracheques. A Reitoria providenciará comprovante de atuação na UFRJ para os servidores que não têm contracheque, desde que as respectivas listagens sejam enviadas por ofício à Reitoria pelas entidades ou unidades responsáveis pela contratação.

Além de idosos e profissionais de saúde, que já vinham sendo imunizados, também começarão a receber a primeira dose os grupos prioritários, distribuídos por idade: trabalhadores da educação, de serviços de limpeza urbana, policiais civis e militares, guardas municipais, agentes penitenciários, bombeiros, pessoas com deficiência permanente e aquelas com comorbidades (segundo o Plano Nacional de Imunização – PNI).

As doses aplicadas nos pontos de vacinação ý são oriundas da Prefeitura do Rio e destinam-se à imunização da população carioca, conforme calendário divulgado. Entretanto, todos os trabalhadores ý, inclusive os que atuam nos campi Macaé e Duque de Caxias, poderão se dirigir ao posto de vacinação drive-thru operacionalizado pela UFRJ, localizado no campus Cidade Universitária (Polo de Biotecnologia, antiga BioRio), que continua funcionando apenas aos sábados, nos horários determinados pela Prefeitura.

16/4/2021
Reitoria ý

Página da Pró-Reitoria de ٱԲã no Facebook foi invadida

A Pró-Reitoria de ٱԲã ý (PR-5) informa que sua foi invadida e, por enquanto, segue sem acesso oficial.

A PR-5 ressalta que ainda não foi vista nenhuma atividade suspeita além da exclusão dos administradores, mas pede que a comunidade universitária e a sociedade fiquem atentas a qualquer mensagem que possam receber e tomem cuidado para não acessar links divulgados pela página. Caso aconteça algo similar, .

Todas as providências para resolver a situação estão sendo tomadas. Assim que a questão for solucionada, avisaremos em nossas redes. Por enquanto, a PR-5 pode ser acompanhada no e no . Se precisar entrar em contato, utilize as redes, o plantão de atendimento ou envie um e-mail para comunicacao@pr5.ufrj.br.

14/4/2021
Pró-Reitoria de ٱԲã

Painel de LED no campus Praia Vermelha não foi instalado pela UFRJ

A UFRJ reafirma a importância da liberdade de expressão e da livre manifestação, balizados sempre pelo espírito republicano. Somos uma instituição de Estado e autônoma. Nosso compromisso é com o Brasil. Ainda que não compactuemos com atitudes equivocadas no combate à COVID-19, que tem ceifado milhares de vidas diariamente no país, precisamos ratificar nosso compromisso irrestrito com os princípios que regem a administração pública, presentes no artigo 37 da Constituição Federal: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, que não podem ser considerados como valores meramente ilustrativos, mas constituintes de todo o fazer e ser UFRJ.

A Reitoria ý e a Prefeitura Universitária informam que a colocação de painel de LED no campus Praia Vermelha é de responsabilidade exclusiva do Sindicato dos Trabalhadores em ýção ý (Sintufrj), não sendo, portanto, comunicação oficial da Universidade. Consideramos inadequada a instalação do painel no referido campus, principalmente durante a pandemia. Reiteramos que, durante o pior momento da maior crise sanitária deste século, apenas as atividades essenciais devem ocorrer de forma presencial.

10/4/2021
Reitoria ý e Prefeitura Universitária

Museu Nacional pertence à UFRJ

A respeito de informações veiculadas pelo jornal Folha de S. Paulo, que expõem um suposto interesse de grupos ideológicos aninhados no governo federal na transformação do Museu Nacional (MN) em palácio imperial com intenções dúbias, desprezo do acervo e consequente desvinculação entre o Museu e a ý, a UFRJ vem a público repudiar quaisquer movimentos que tentem alterar o papel e a configuração do mais antigo instituto científico do Brasil.

Lembramos que todas as áreas do Museu Nacional pertencem tão somente à UFRJ, que detém autonomia didática, científica e de administração financeira garantida pelo artigo 207 da Constituição Federal. Assim sendo, qualquer deliberação patrimonial demandaria aprovação colegiada em diversas instâncias superiores da Universidade, como o Conselho de Curadores e o Conselho Universitário (Consuni − órgão máximo ý), estruturas que, certamente, rejeitariam a proposta obscura. A atual Reitoria reafirma que não há motivação para que tal pedido, sem fundamento, seja encaminhado aos colegiados superiores. 

A grosseira intenção presumida configuraria não só ato descabido, mas também tirânico contra a autonomia universitária, garantida pela Constituição Federal, contra a comunidade científica brasileira e internacional, contra a sociedade.

É importante destacar, ainda, que o Museu Nacional não é entidade dedicada apenas à guarda de acervos. Além de ser casa da memória e do louvor à cultura e história do país e do mundo, ele é casa de produção de saberes, de ciência de ponta. Por exemplo, os estudos arqueológicos lá desenvolvidos representam o Brasil nos mais diversos rankings universitários internacionais que, ano após ano, colocam o Museu sempre em posição de vanguarda no país e na América Latina. Rejeitar seu histórico e potencial para o Brasil é denegar a própria história.

Por fim, frisamos que o Museu Nacional é uma unidade ý de ensino, pesquisa e extensão, cuja indissociabilidade é prevista na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da ýção Nacional (LDB). O corpo social, que, diga-se de passagem, é altamente qualificado − composto por professores, pesquisadores, estudantes, servidores técnico-administrativos em educação e terceirizados −, jamais se dobraria a invenções estapafúrdias e fantasiosas como essa sobre a transformação do MN em palácio imperial.

27/3/2021
Reitoria ý e Direção do Museu Nacional