ý

Sobre medidas restritivas anunciadas pelas autoridades do Rio de Janeiro

Considerando as medidas restritivas anunciadas pelas autoridades estaduais e municipais do Rio de Janeiro face à escalada de COVID-19, informamos que devido ao fato de o semestre letivo 2020.2 estar ocorrendo de forma remota na UFRJ, os calendários acadêmicos de 2020, aprovados pelo Conselho Universitário (Consuni), estão mantidos. As medidas de antecipação e criação de feriados não afetam as atividades que já ocorrem em modo exclusivamente remoto. Sendo assim, informamos que:

  1. As aulas, as atividades de extensão remotas e a Jornada Giulio Massarani de Iniciação Científica, Tecnológica, Artística e Cultural (Jictac) estão mantidas entre 26/3 e 4/4; 
  2. Considerando o período supracitado, todas as atividades acadêmicas e administrativas presenciais não essenciais estão suspensas. As atividades administrativas remotas estão mantidas. As etapas presenciais de concursos ficam suspensas; e
  3. Os feriados dos dias 2, 21 e 23/4/2021 permanecem inalterados. 

Recomendamos que, durante este período, seja dada preferência às atividades didáticas assíncronas remotas.

A Reitoria ý reafirma a importância da adoção de medidas tomadas pelas autoridades locais que visam ao combate à pandemia da COVID-19, de acordo com as recomendações sanitárias e notas técnicas da Reitoria e do Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19 ý, que se encontram em .

23/3/2021
Reitoria ý

UFRJ se mantém pautada pelas evidências científicas

A UFRJ é uma instituição de ensino, pesquisa e extensão que continua sendo pautada pela prática baseada em evidências científicas.

Para o adequado controle da pandemia pela COVID-19, preconizamos o distanciamento social e o uso de máscaras e álcool como atitudes fundamentais para diminuir a transmissão do coronavírus e evitar a disseminação da doença, assim como o surgimento de novas variantes virais que podem ser ainda mais letais. A alta cobertura vacinal da população, associada aos cuidados mantidos de higiene e diminuição de circulação, poderá conter o vírus e evitar mais mortes.

Não preconizamos o uso de medicamentos que ainda estão em testes, sejam estes pré-clínicos ou clínicos, em quaisquer fases da COVID-19. Todos os estudos clínicos coordenados por pesquisadores ý devem, antes, ser aprovados pelos Comitês de Ética em Pesquisa e Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.

A Reitoria ý salienta que os posicionamentos institucionais oficiais relacionados ao enfrentamento da COVID-19 são emitidos somente pelos seguintes Grupos de Trabalho:

  1. Multidisciplinar, sob a coordenação do professor Roberto Medronho;
  2. Para Estudos Durante e Pós-Pandemia, sob a coordenação da professora Maria de Fátima Bruno e
  3. COVID Macaé, sob a coordenação da professora Kathleen Cruz.

Temos assistido a posicionamentos pessoais, de profissionais ligados à UFRJ, sobre retorno de atividades presenciais, questionando a importância do distanciamento físico, do uso de máscaras ou mesmo indicando o uso de medicamentos sem comprovação científica, o que não deve ser considerado, em nenhuma hipótese, um posicionamento oficial da Universidade.

18/3/2021
Reitoria ý

Nota de apoio à professora Érika Suruagy, da UFRPE

A Reitoria ý foi informada, com surpresa, de que a professora Érika Suruagy, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), está sendo investigada em inquérito criminal da Polícia Federal (PF) pelo fato de a Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe) — entidade da qual é vice-presidente — ter se manifestado publicamente no fim de 2020, por meio de outdoor, denunciando as mortes provocadas pela pandemia de COVID-19 e pela ausência de políticas públicas de combate à doença por parte do governo brasileiro.

A Reitoria ý lamenta e repudia o ataque à liberdade de expressão, garantida pela Constituição. Prestamos solidariedade à Érika Suruagy neste momento de tensão. Lembramos, ainda, que a universidade federal é instituição de Estado e, por isso, não é subserviente deste ou daquele governo, sendo portadora de autonomia didático-científica, conforme a Carta Magna afirma. Sua perenidade no tempo é dedicada tão somente à sociedade brasileira, oferecendo ensino, pesquisa e extensão de ponta, fato demonstrado pelos diversos rankings globais que comprovam a qualidade das nossas instituições de ensino superior no cenário internacional.

Frisamos que a liberdade de expressão foi reiterada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ao deferir medida cautelar: “Liberdade de pensamento não é concessão do Estado. É direito fundamental do indivíduo que a pode até mesmo contrapor ao Estado. (…) Também o pluralismo de ideias está na base da autonomia universitária como extensão do princípio fundante da democracia brasileira, que é exposta no inc. V do art. 1o da Constituição do Brasil” (ministra Cármen Lúcia).

A Reitoria ý se posiciona, inabalável, pela defesa da autonomia universitária, pela liberdade de cátedra, pelo pensamento e pela criação, que se encontram no ethos da universidade.

12/3/2021
Reitoria ý

UFRJ repudia trabalho análogo à escravidão

A Reitoria ý foi surpreendida ao saber pela imprensa sobre o caso de uma professora que teria sido acusada de manter uma empregada doméstica em trabalho análogo à escravidão. Ainda que a operação tenha ocorrido no dia 25/1, informamos que a Universidade, até o momento, não foi notificada oficialmente pela Justiça do Trabalho.

Repudiamos veementemente quaisquer retrocessos ou vilipêndios que desfigurem a dignidade da pessoa humana. A escravidão é um fato histórico doloroso da história brasileira que ainda deixa marcas. Ações como esta Operação Resgate, do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), e que envolveu outros órgãos federais, precisam ser estimuladas. A escravidão não pode ter mais espaço em um país que, por mais de três séculos sombrios, seu implacável sistema pairava gerando danos profundos dia após dia. Obviamente, uma postura de adesão ao escravismo, de fato, não condiz com o ethos ý, que é o de promover formação qualificada e emancipadora do saber como força transformadora.

Assim que notificada a Universidade tomará as providências legais cabíveis.

14/2/2021
Reitoria ý

Nota sobre operação da PF envolvendo contratos do Ipub

Acerca da operação realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (3/2) concernente à contratação emergencial por dispensa de licitação no Instituto de Psiquiatria (Ipub), a Reitoria ý esclarece que contratações desta natureza podem ser necessárias na Administração Pública, principalmente no âmbito de hospitais, conforme previsto na Lei Federal nº 8666/93, visando ao atendimento de demandas que exijam rapidez e eficácia. Reiteramos apoio aos procedimentos das investigações e aguardamos a apuração dos fatos. Integralmente pautada pela idoneidade, a Reitoria apoia de maneira inequívoca todos os princípios que balizam a Administração Pública elencados na Constituição Federal.

3/2/2021
Reitoria ý

Nota sobre reportagem do jornal O Globo

Em reportagem intitulada “MP vai acompanhar denúncias de desrespeito às filas da vacinação”, veiculada nesta sexta-feira, 22/1, pelo jornal O Globo, acerca de queixas de violações recebidas pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren/RJ), o veículo equivocou-se ao induzir que o prefeito universitário, Marcos Maldonado, por não ser médico, não deveria ter recebido uma dose da vacina contra o coronavírus. Objetivamente, esclarecemos que a decisão pela imunização do servidor foi puramente técnica – não “furou fila”, nem ocorreu às escondidas. O equívoco divulgado pelo jornal carioca toma de assalto o fazer jornalístico, como preconizam os Princípios Internacionais da Ética Profissional no Jornalismo, da Unesco. Além disso, chama a atenção em um momento em que o Brasil, segundo país com maior número de mortes de COVID-19 no mundo, mais precisa de equipes multiprofissionais atuando em prol da diminuição de vítimas fatais.

Os critérios utilizados pela UFRJ para priorizar a vacinação foram publicados, de forma completamente transparente, no portal Conexão UFRJ, em 20/1, e estão disponíveis .

A Reitoria ý lamenta a reportagem do jornal, que, mesmo tendo recebido os esclarecimentos da Universidade, optou pela via da informação enviesada, induzindo o leitor a acreditar que os critérios preconizados para a vacinação poderiam ter sido burlados na UFRJ – o que causou surpresa, pois o jornal é conhecido por sua tradição e renome no Brasil. O país sabe, mas reforçamos: a ý, casa centenária de ciência que tem como missão precípua contribuir para o avanço científico, tecnológico, artístico e cultural da sociedade brasileira, é uma das maiores interessadas na difusão da vacina a todos os brasileiros e grande apoiadora do Sistema Único de Saúde (SUS).

Acerca do caso, em que o jornal alega haver “falta de transparência” por parte UFRJ em razão de o profissional em questão ter sido vacinado, cabe esclarecer que:

1. Conforme deliberação da chefe do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina e coordenadora do Centro de Triagem Diagnóstica para COVID-19 ý (CTD), professora Terezinha Castiñeiras, a decisão de vacinar o servidor foi integralmente técnica, considerando as atividades de risco que vem desempenhando na pandemia desde março de 2020. No CTD, o prefeito acessa salas de coleta frequentemente, transporta pacientes com COVID-19 e sua atuação é diária, inclusive nos finais de semana devido às demandas na Vila Residencial e Residência Estudantil. É, portanto, integrante nato da Equipe de Apoio de todas as atividades covídicas do Centro de Ciências da Saúde (CCS) ý. A decisão, ratificamos, é técnica e baseada na ciência – como, naturalmente, as deliberações são tomadas na UFRJ, a maior universidade federal do país.

2. Seguindo orientação da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS), a prioridade de vacinação se dirige àqueles que estão na linha de frente. Essa linha não é composta apenas por uma categoria profissional – inclui, além de médicos e enfermeiros, auxiliares de serviços gerais, técnicos para manuseio de materiais e prestadores de serviços de segurança, transporte etc. Ou seja, trata-se de uma equipe multiprofissional e interdisciplinar. Assim, não apenas o prefeito foi vacinado, mas também terceirizados da limpeza, segurança, enfermeiros, internos de medicina, estagiários e alunos voluntários do CTD.

3. O prefeito ý atua diariamente e pessoalmente em diversas destas atividades, gerando elevada exposição ao coronavírus. Seu protagonismo é reconhecido nas 9 unidades hospitalares ý (Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, Hospital Escola São Francisco de Assis, Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, Maternidade Escola, Instituto de Ginecologia, Instituto de Neurologia Deolindo Couto, Instituto de Psiquiatria, Instituto de Doenças do Tórax e Instituto do Coração Edson Saad), além do CTD.

Como sempre, desde 1920, a Universidade segue à disposição da sociedade brasileira, com ciência, informação e garra para que a pandemia de COVID-19 seja combatida até seu fim, com pesquisa, informação e verdade.

Repudiamos quaisquer tentativas de obter privilégio neste difícil momento pelo qual a humanidade atravessa.

22/1/2021
Reitoria ý

As universidades federais e a superação da pandemia

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) vem a público conclamar as autoridades responsáveis a acelerarem a disponibilização do Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a COVID-19 de execução abrangente e acessível a todos os brasileiros.

É sabido que o locus da ciência brasileira se encontra nas universidades públicas, as quais, desde o início da pandemia, se apresentaram para o enfrentamento do Coronavírus, a postos com seus laboratórios, seus pesquisadores, seus hospitais e toda a sua estrutura.


Da mesma forma, sabemos que o Sistema Único de Saúde (SUS) tornou possível que o Brasil dispusesse de um dos melhores e mais abrangentes programas públicos de imunizações do mundo, responsável pela prevenção, controle e extinção de várias doenças. Portanto, a vacinação contra a COVID-19 deve ocorrer exclusivamente por meio do SUS.

O que o Brasil necessita agora é de um Plano Operacional de Imunização, usando todas as vacinas aprovadas pela Anvisa, que contemple a todos os brasileiros gratuitamente, seguindo critérios de priorização técnicos e humanitários. A sociedade brasileira não pode e nem deve tolerar nenhum tipo de uso político da vacina, bem como não são aceitáveis quaisquer privilégios de qualquer natureza para acesso ao imunizante.

A saúde do povo e a economia do País exigem responsabilidade e ação imediata dos poderes públicos. Defendemos que toda a população brasileira tenha garantido seu direito à vacina, em campanha coordenada pelo Ministério da Saúde, envolvendo todos os entes federativos, com a eficiência e celeridade necessárias para garantir que tenhamos a superação dessa pandemia com a maior brevidade.

Ancorado na ciência, o momento deve ser de união e solidariedade. A vacina é um direito de todos!

12/1/2020
Andifes

Após pane elétrica, ônibus pega fogo na Estação de Integração UFRJ

Por volta do meio-dia desta segunda-feira, 4/1, um ônibus da linha 936 – Campo Grande x Cidade Universitária (Consórcio Santa Cruz), após sofrer pane elétrica, pegou fogo na Estação de Integração UFRJ, que fica próxima ao Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) e ao Terminal Aroldo Melodia, do BRT. A Prefeitura ý acompanhou o incidente de perto e acionou o Corpo de Bombeiros que, imediatamente, controlou o incêndio. Não houve feridos.

4/1/2020
Prefeitura Universitária

GT COVID-19 ý emite nota de apoio à Sociedade Brasileira de Infectologia

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19 na UFRJ vem a público manifestar seu apoio à Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) por considerar que os ataques endereçados contra sua publicação , elaborada em 9/12/2020, atentam contra a ciência de uma forma geral.

É legítimo que uma sociedade de especialistas como a SBI elabore, especialmente em tempos de emergência de saúde pública, diretrizes clínicas. É ela quem possui legitimidade social para estabelecer os consensos acerca de tratamentos e procedimentos terapêuticos para sua especialidade.

A ciência se fundamenta no método científico e a construção de novos consensos se dá pela apresentação de novos fatos e novas hipóteses. Mas, para que o questionamento seja válido, para que seja estabelecida a controvérsia, também existem regras, que são as mesmas que legitimam a construção dos consensos de especialistas. São necessárias novas evidências que justifiquem a mudança do consenso. Esse é o movimento do conhecimento que está em permanente renovação: em novos estudos são conduzidos novos achados, que precisam ser publicados em revistas sérias com revisão por pares. Esse é um sistema de autorregulação que ao longo dos anos tem garantido a confiança pública na ciência.

Um outro ponto que chama a atenção nas diretrizes da SBI é o seu compromisso com as regras da vigilância sanitária. Aqui o que está em jogo é a capacidade do Estado de proteger a saúde do consumidor, do cidadão comum que vai à farmácia comprar seus remédios para remediar seus males. Aqui o que está em jogo é a confiança nas instituições do Estado – no caso, a vigilância sanitária. Assim, o compromisso da SBI faz com que ela só possa recomendar o uso de medicamentos que sejam aprovados para o consumo somente nas condições apresentadas em sua bula. A bula de um medicamento é aprovada somente depois de ter sido examinada pela vigilância sanitária e ter se mostrado em conformidade com os resultados dos estudos científicos realizados com o medicamento. Pode haver novos usos para um mesmo medicamento? Da mesma maneira que anteriormente sinalizamos, sim, pode haver. Mas, para isso, novamente, os estudos científicos precisam evidenciar vantagens desse novo uso.

Por último, resta assinalar que, mesmo numa pandemia ou emergência sanitária – em que considerar os prazos implica angústia social –, o que tem sido proposto em nível mundial é um esforço de aceleração das avaliações, dos estudos. Mas nesse caso não se admite perder de vista a necessidade de rigor nas apreciações – sejam dos profissionais e pesquisadores, sejam dos reguladores. Assim, o GT apresenta sua posição em defesa do método científico, da ciência e do seu sistema de autorregulação.

21/12/2020
GT Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19 na UFRJ

Nota sobre portaria do MEC acerca do retorno às aulas presenciais

O Ministério da ýção (MEC) publicou na última segunda-feira, 7/12, a Portaria 1.038/2020, que dispõe entre outros temas acerca do retorno às aulas presenciais nas universidades para 1/3/2021.

Todos somos favoráveis à volta às aulas presenciais, mas é preciso destacar que isto só será possível na UFRJ quando houver baixa transmissibilidade do novo coronavírus nas cidades onde há oferta de cursos da Universidade para que haja segurança da comunidade acadêmica e da sociedade fluminense. Toda atitude que aumente o uso de transportes públicos e gere aglomerações deve ser evitada enquanto o grau de transmissibilidade do novo coronavírus for elevado.

Infelizmente, as taxas de propagação da COVID-19 vêm crescendo no país, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, onde a maioria dos cursos de graduação e de pós-graduação ý é oferecida, oportunizando um cenário incerto. Assim, a estipulação de uma data para retorno às aulas presenciais simboliza tão-somente um desejo, mas não necessariamente uma realidade objetiva, porque ainda não é possível saber ao certo qual será a situação de contágio da pandemia em março de 2021. As atividades teóricas de ensino, excepcionalmente não presenciais, estão previstas até o mês de junho de 2021, conforme calendário vigente. 

Lembramos que a UFRJ conta com grupos de trabalho multidisciplinares compostos por dezenas de pesquisadores que fazem o monitoramento da COVID-19, assessorando a Reitoria em todas as ações relacionadas ao enfrentamento da pandemia. Produzimos planos de ação que especificam as medidas que devem ser tomadas em cada cenário. Desta forma, no momento, seguiremos a do Conselho Universitário (Consuni) ý e permaneceremos no acompanhamento da pandemia para que seja possível definir a viabilidade do retorno às aulas presenciais, de maneira gradual e segura, de forma que a comunidade universitária seja protegida, como deve ser, sempre seguindo a linha estabelecida pela ciência e pelos parâmetros de biossegurança.

8/12/2020
Reitoria ý